INSTRUÇÃO DA MADRUGADA 13/03/2003
Instrutor: Cerzósimo Tapajós
Se a figueira que não tinha frutos com que saciar a fome dos viajantes que por ela passavam, foi seca até as suas raízes, também, neste exemplo, todo homem que tendo elementos para produzir boas coisas que aproveitem para si e aos demais e nada faça nesse sentido, será tomado, pela justiça maior,. como uma figueira estétril.
Em sentido severo, de que adiantará a qualquer de nós, filhos de DEUS, que é perfeição; sermos fortes, inteligentes, capazes, e nos negarmos ao bem-fazer, em auxílio de nossos irmãos em humanidade na solução dos seus problemas, muitos que são e tão diversificados?
É necessário que nos recordemos dos bens que recebemos continuamente e todos eles nos devem importar muito. O carinho maternal tido à nossa vinda à luz do mundo; os cuidados permanentes para que nada nos perturbasse ou prejudicasse a fragilidade orgânica; o auxílio para as primeiras palavras e os primeiros passos; as festas de amor com que fomos cumulados; a ajuda dos professores ensinando-nos a escrever e a ler; a assistência quando enfermos estivemos e o desvelo dos médicos que nos atenderam, evitando-nos a morte do corpo; como esquecer-nos dos encantos do amor que nos devotaram e devotam sempre? Por isso mesmo, e sendo uma usina de amor, por que não nos pusemos a amar a quem nos amou e, até para sermos perfeitos, amar os que nos persigam, caluniem e façam todo o mal que possam?
Visualizemos a figura augusta do Peregrino da Boa Nova. Sereno e dadivoso, jamais se esquivou a ouvir as queixas que lhe faziam os enfermos e os desprezados; em nenhuma ocasião deixou de repetir os preciosos ensinamentos que trazia, aos que o seguiam na caminhada; aos cegos devolvia a luz, quando isso era possível à luz das leis divinas e aos paralíticos determinava o destravar de seus membros, para que glorificassem a DEUS; aos que odiassem dizia que o coração do homem só deve abrigar o amor em toda a sua extensão; não se retraia ao aproximar de um leproso e, aos perseguidores ordenava abandonar seus propósitos malignos, impondo-lhes a grandeza moral que trazia consigo como tesouro imperecível. Ele estava na TERRA, como se fosse uma exuberante FIGUEIRA DIVINA, a pôr frutos de vida, de amor e de misericórdia, a quantos estivessem vivos para o bem e se enriquecessem com os tesouros de sabedoria que irradiava de si.
Em verdade, para que nos valerá a vida, se nos mantivermos atados ao egoísmo gerado pelo orgulho, pela má vontade e pelo não reconhecimento aos favores que temos recebido das FIGUEIRAS, figurativamente, homens e mulheres bondosos, os quais nos deram e dão amparo?
Como sermos tão insensíveis para não valorizar o pulsar de nosso coração, a visão de nossos olhos para os prodígios da Natureza, a inteligência que nos beneficia, a emoção que nos avassala quando percebemos a presença do amor? Como sujeitar-nos às paralisias tantas, se temos braços fortes, pernas resistentes, se temos o pensamento pelo qual vazamos os nossos projetos, as nossas esperanças e o saber que temos de agir para o bem e sermos úteis?
Como sendo homens nos transformamos em figueiras sem produção de frutos que alimentem os famintos da alma que superabundam em torno de nós?
Convido a todos a meditar nestes itens e a seguir JESUS nos seus passos de vida generosa e bendita.
S E R Z O S I M O T A P A J Ó S !
Instrutor: Cerzósimo Tapajós
Se a figueira que não tinha frutos com que saciar a fome dos viajantes que por ela passavam, foi seca até as suas raízes, também, neste exemplo, todo homem que tendo elementos para produzir boas coisas que aproveitem para si e aos demais e nada faça nesse sentido, será tomado, pela justiça maior,. como uma figueira estétril.
Em sentido severo, de que adiantará a qualquer de nós, filhos de DEUS, que é perfeição; sermos fortes, inteligentes, capazes, e nos negarmos ao bem-fazer, em auxílio de nossos irmãos em humanidade na solução dos seus problemas, muitos que são e tão diversificados?
É necessário que nos recordemos dos bens que recebemos continuamente e todos eles nos devem importar muito. O carinho maternal tido à nossa vinda à luz do mundo; os cuidados permanentes para que nada nos perturbasse ou prejudicasse a fragilidade orgânica; o auxílio para as primeiras palavras e os primeiros passos; as festas de amor com que fomos cumulados; a ajuda dos professores ensinando-nos a escrever e a ler; a assistência quando enfermos estivemos e o desvelo dos médicos que nos atenderam, evitando-nos a morte do corpo; como esquecer-nos dos encantos do amor que nos devotaram e devotam sempre? Por isso mesmo, e sendo uma usina de amor, por que não nos pusemos a amar a quem nos amou e, até para sermos perfeitos, amar os que nos persigam, caluniem e façam todo o mal que possam?
Visualizemos a figura augusta do Peregrino da Boa Nova. Sereno e dadivoso, jamais se esquivou a ouvir as queixas que lhe faziam os enfermos e os desprezados; em nenhuma ocasião deixou de repetir os preciosos ensinamentos que trazia, aos que o seguiam na caminhada; aos cegos devolvia a luz, quando isso era possível à luz das leis divinas e aos paralíticos determinava o destravar de seus membros, para que glorificassem a DEUS; aos que odiassem dizia que o coração do homem só deve abrigar o amor em toda a sua extensão; não se retraia ao aproximar de um leproso e, aos perseguidores ordenava abandonar seus propósitos malignos, impondo-lhes a grandeza moral que trazia consigo como tesouro imperecível. Ele estava na TERRA, como se fosse uma exuberante FIGUEIRA DIVINA, a pôr frutos de vida, de amor e de misericórdia, a quantos estivessem vivos para o bem e se enriquecessem com os tesouros de sabedoria que irradiava de si.
Em verdade, para que nos valerá a vida, se nos mantivermos atados ao egoísmo gerado pelo orgulho, pela má vontade e pelo não reconhecimento aos favores que temos recebido das FIGUEIRAS, figurativamente, homens e mulheres bondosos, os quais nos deram e dão amparo?
Como sermos tão insensíveis para não valorizar o pulsar de nosso coração, a visão de nossos olhos para os prodígios da Natureza, a inteligência que nos beneficia, a emoção que nos avassala quando percebemos a presença do amor? Como sujeitar-nos às paralisias tantas, se temos braços fortes, pernas resistentes, se temos o pensamento pelo qual vazamos os nossos projetos, as nossas esperanças e o saber que temos de agir para o bem e sermos úteis?
Como sendo homens nos transformamos em figueiras sem produção de frutos que alimentem os famintos da alma que superabundam em torno de nós?
Convido a todos a meditar nestes itens e a seguir JESUS nos seus passos de vida generosa e bendita.
S E R Z O S I M O T A P A J Ó S !
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