INSTRUÇÃO DA MADRUGADA 15/05/2003
Instrutor: SIMPLICIO CARRANÇA
Confiar na bondade e na justiça de DEUS é colocar-nos nas condições de respeito e acatamento às decisões da parte d’ELE e esforçar-nos constantemente para transformar o que for possível para melhor e aceitar de boa mente, tudo aquilo que não possa ser modificado, como a medicação proporcionada para a cura e adequação nossas aos imperativos divinos, a fim de merecermos, adiante, o prêmio dos vencedores dessa batalha pessoal que travamos diariamente e que somente finaliza ao sublimarmo-nos em todas as virtudes herdadas do nosso CRIADOR .
Nesta vida que se desenvolve pelos caminhos da TERRA, resgatamos vasto rol de débitos, por tantos males praticados contra nós e nossos semelhantes. Temos conhecimento de ensinamento de JESUS, que diz: “NENHUMA FALTA FICARÁ IMPUNE”, daí resultando que os sofrimentos e os revezes que nos alcançam, sem quaisquer dúvidas, são derivados de erros, pequeninos ou grandes, de crimes mais ou menos graves, praticados por nós. Consideremos, em sã consciência, que a JUSTIÇA de DEUS, jamais erra o endereço ou desconsidera o peso de nossas faltas.
Precisamos compreender, e, compreendendo, aceitar a realidade da DOR como medicação eficaz para a nossa cura espiritual, ou moral. Mas, para compreender como se processam os modos justiceiros de DEUS, temos de examinar as suas LEIS e aceita-las como o que NÃO PODE SER MODIFICADO, e dar graças por elas que só nos favorecem, inclusive com as punições com que nos alcançam. Consideremos o fato de sermos criaturas dotadas de virtudes elevadas que devem ser desenvolvidas por nós, como forças que nos impulsionarão para os cimos da perfeição relativa e, também, que somos imortais! Em seguida consideremos que seremos responsabilizados por todos os atos que praticarmos, já que temos liberdade de arbítrio, tanto para o bem quanto para o mal.
Instrutor: SIMPLICIO CARRANÇA
Confiar na bondade e na justiça de DEUS é colocar-nos nas condições de respeito e acatamento às decisões da parte d’ELE e esforçar-nos constantemente para transformar o que for possível para melhor e aceitar de boa mente, tudo aquilo que não possa ser modificado, como a medicação proporcionada para a cura e adequação nossas aos imperativos divinos, a fim de merecermos, adiante, o prêmio dos vencedores dessa batalha pessoal que travamos diariamente e que somente finaliza ao sublimarmo-nos em todas as virtudes herdadas do nosso CRIADOR .
Nesta vida que se desenvolve pelos caminhos da TERRA, resgatamos vasto rol de débitos, por tantos males praticados contra nós e nossos semelhantes. Temos conhecimento de ensinamento de JESUS, que diz: “NENHUMA FALTA FICARÁ IMPUNE”, daí resultando que os sofrimentos e os revezes que nos alcançam, sem quaisquer dúvidas, são derivados de erros, pequeninos ou grandes, de crimes mais ou menos graves, praticados por nós. Consideremos, em sã consciência, que a JUSTIÇA de DEUS, jamais erra o endereço ou desconsidera o peso de nossas faltas.
Precisamos compreender, e, compreendendo, aceitar a realidade da DOR como medicação eficaz para a nossa cura espiritual, ou moral. Mas, para compreender como se processam os modos justiceiros de DEUS, temos de examinar as suas LEIS e aceita-las como o que NÃO PODE SER MODIFICADO, e dar graças por elas que só nos favorecem, inclusive com as punições com que nos alcançam. Consideremos o fato de sermos criaturas dotadas de virtudes elevadas que devem ser desenvolvidas por nós, como forças que nos impulsionarão para os cimos da perfeição relativa e, também, que somos imortais! Em seguida consideremos que seremos responsabilizados por todos os atos que praticarmos, já que temos liberdade de arbítrio, tanto para o bem quanto para o mal.
Temos instalado no íntimo um tribunal sereno e severo ao mesmo tempo, denominado CONSCIÊNCIA, conselheiro, moderador silencioso, julgador e sentenciador de nossos merecidos prêmios ou castigos. À medida que avançamos fazendo o bem ou o mal, vão-se registrando os seus valores exatos. Assim, temos em nós um juiz das pequenas e das grandes causas, a nos julgar, absolver ou condenar a penas que variam de acordo com o peso das intenções que nos levaram a contrariar as REGRAS divinas.
Bem, compreende-se que se esteja sendo cobrado por delitos cometidos na encarnação que transcorre, porém, como compreender que estejamos sendo punidos pelo que não nos lembramos, absolutamente, em estado de relação com a matéria? Ah! Aqui entra a questão das vidas sucessivas, ou das reencarnações, tidas por nós no rolar dos séculos e milênios passados. Os ESPÍRITOS todos são criados simples e ignorantes, mas, com facilitações abundantes nas escolas planetárias, que são oficinas divinas a oferecer-nos oportunidades e recursos para o progresso que temos de realizar, tanto intelectual quanto moral, gêmeos que devem ser unidos em triunfal conquista. Em cada reencarnação, somos levados a reciclar os nossos modos, em causa própria, aprendendo lições magnas, armazenando valores preciosos e resgatando-nos de culpas assumidas, sem o que não avançaremos na trilha legítima, a das BEM-AVENTURANÇAS divinas.
Verdade é que não temos lembrança de nossas anteriores reencarnações, até delas duvidando se não conhecermos por dentro a sua realidade, e é essa uma decisão sábia de DEUS que quer que nos conduzamos no BEM e nos resgatemos ao MAL que façamos, para que alcancemos a felicidade que ELE tem para todos os filhos seus. Assim, sem o fantasma aterrador de nossos crimes cometidos anteriormente, com folga iremos corrigindo-nos e moralizando-nos, em limpeza devida da consciência.
Sem compreender o processo divino dos RENASCIMENTOS DA ÁGUA, ou sucessivas reencarnações, não atinaremos com o RENASCER DO ESPÍRITO, ou a sua moralização e, portanto, sua santificação. Muito antes de reencarnarmos, somos levados a examinar os nossos feitos maus e, convencidos, aceitamos ingressar nos fluidos carnais para os resgates, só que ao imergir nas carnes temos a lembrança do passado posta em repouso providencial, para que nos decidamos livremente o que fazer e como fazer, para a recuperação imprescindível.
É aqui que compreenderemos perfeitamente os dizeres: “MODIFICAR O QUE PODE SER E ACEITAR O QUE NÃO PODE SER” como imposição divina para toda a HUMANIDADE universal.
S I M P L Í C I O C A R R A N Ç A
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Bem, compreende-se que se esteja sendo cobrado por delitos cometidos na encarnação que transcorre, porém, como compreender que estejamos sendo punidos pelo que não nos lembramos, absolutamente, em estado de relação com a matéria? Ah! Aqui entra a questão das vidas sucessivas, ou das reencarnações, tidas por nós no rolar dos séculos e milênios passados. Os ESPÍRITOS todos são criados simples e ignorantes, mas, com facilitações abundantes nas escolas planetárias, que são oficinas divinas a oferecer-nos oportunidades e recursos para o progresso que temos de realizar, tanto intelectual quanto moral, gêmeos que devem ser unidos em triunfal conquista. Em cada reencarnação, somos levados a reciclar os nossos modos, em causa própria, aprendendo lições magnas, armazenando valores preciosos e resgatando-nos de culpas assumidas, sem o que não avançaremos na trilha legítima, a das BEM-AVENTURANÇAS divinas.
Verdade é que não temos lembrança de nossas anteriores reencarnações, até delas duvidando se não conhecermos por dentro a sua realidade, e é essa uma decisão sábia de DEUS que quer que nos conduzamos no BEM e nos resgatemos ao MAL que façamos, para que alcancemos a felicidade que ELE tem para todos os filhos seus. Assim, sem o fantasma aterrador de nossos crimes cometidos anteriormente, com folga iremos corrigindo-nos e moralizando-nos, em limpeza devida da consciência.
Sem compreender o processo divino dos RENASCIMENTOS DA ÁGUA, ou sucessivas reencarnações, não atinaremos com o RENASCER DO ESPÍRITO, ou a sua moralização e, portanto, sua santificação. Muito antes de reencarnarmos, somos levados a examinar os nossos feitos maus e, convencidos, aceitamos ingressar nos fluidos carnais para os resgates, só que ao imergir nas carnes temos a lembrança do passado posta em repouso providencial, para que nos decidamos livremente o que fazer e como fazer, para a recuperação imprescindível.
É aqui que compreenderemos perfeitamente os dizeres: “MODIFICAR O QUE PODE SER E ACEITAR O QUE NÃO PODE SER” como imposição divina para toda a HUMANIDADE universal.
S I M P L Í C I O C A R R A N Ç A
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